segunda-feira, 18 de setembro de 2023

15º DIA 18 SET: Passeando no Vale do Douro – Lamego e seus arredores


O dia amanheceu belíssimo, com sol e temperatura agradável, perfeito para passear pelo Vale do Douro e apreciar suas vilas de montanha, suas vinhas e seus miradouros.

 

(Foto da janela do quarto)
(Foto da janela do quarto)
 (Foto da janela do quarto)

Saímos em direção à Lamego, a maior cidade da região. Fomos subindo a encosta da montanha e apreciando a vista do rio, das cidades espalhadas pelas montanhas e pela imensidão de vinhas.













A primeira parada foi no miradouro Samodães de onde vimos o Douro, a cidade de Régua e suas pontes.

 





Continuamos e chegamos a Lamego, realmente uma cidade bem grande, diferente das demais aldeias que temos visto por aqui. Fomos até o centro histórico e tiramos algumas fotos da praça principal, do teatro, do Santuário e sua escadaria, lá no topo do morro, do museu e por fim visitamos a Catedral de Lamego, um edifício em estilo românico, com altares barrocos muito bonitos.

 



















Depois subimos até o Santuário de N. Sra. Dos Remédios, aproveitando o horário – aqui tudo fecha entre 12:30 e 14:30 para almoço. O santuário fica lá no topo do morro. Não é uma igreja muito grande, mas é bem bonita, com um lindo altar barroco todo dourado e vários painéis de azulejo com cenas bíblicas.

 









Voltamos ao centro e fomos almoçar na Taberna do Porfírio. Resolvi provar o bacalhau – bacalhau grelhado servido com batatas ao murro e legumes. Estava gostoso, bem preparado, mas definitivamente bacalhau não me apetece muito (exceto pelos bolinhos e o bacalhau com natas) – prefiro uma posta de peixe fresco.

 

Depois do almoço seguimos em busca de mais atrações e fomos visitar o Mosteiro de S. João de Tarouca que foi uma enorme supresa encontrar nesse meio do nada uma igreja tão bonita e tão bem cuidada. É uma igreja românica, do sec. XI, mas com várias reformas, sendo o estado atual do sec. XVIII com fortes elementos barrocos. Um belíssimo altar dourado, painéis de azulejo, um órgão de tubos barroco cheio de anjinhos e uma sequência de cadeiras de madeira esculpida de ambos os lados com pinturas de santos em cima. Um primor!!!

 








Mais adiante chegamos a Ucanha onde vimos a Torre e Ponte de defesa, uma estrutura muito bonita e bem preservada.







Em Salzedas, fomos até o Mosteiro de Santa Maria do Salzedas, que infelizmente estava fechado.

 



Prosseguimos para mais um miradouro, o de S. Domingos, lá no topo de um morro, mas esse ficava mais longe do rio e não tinha uma vista muito boa. La em cima havia também uma capelinha, que estava fechada.

 




Terminamos o passeio em outro miradouro, o de Sto. Antonio, acima de Régua, que permitia uma ampla vista do rio, suas curvas, a cidade de Régua e muitas, muitas plantações de uvas.









Isso foi algo que muito nos impressionou – já visitamos muitas regiões de viniviticultura no Brasil (Serra Gaúcha), na Itália (Toscana), na França (Bordeaux, Epernay, Alsace), na Argentina (Mendoza), nos EUA (Napa Valley) e no Chile (ao redor de Santiago) e em nenhuma dessas regiões vimos uma concentração tão grande de plantações de uva. Por todo o vale do Douro, em todas as encostas das montanhas, até onde a vista alcança em todas as direções há vinhas. Realmente impressionante!!! Já agendamos uma visita a uma Quinta daqui a dois dias.

 

Amanhã vamos passear em outra direção seguindo o rio até Foz do Côa e vendo as atrações pelo caminho.

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